
O mercado exige Políticas e Sistemas de Remuneração e Benefícios competitivos. Eles devem ser equilibrados, pois assim como influenciam na capacidade de retenção de talentos das empresas, precisam assegurar o retorno no resultado dos negócios.
Teorias e experiências demonstram que a recompensa não pode ser gerida de forma isolada, como responsável pela retenção e pela motivação dos empregados. As pesquisas apontam que grande parte dos profissionais escolhe novos empregadores principalmente devido ao significado do trabalho, ao clima e aos valores organizacionais e por vislumbrar mais oportunidades de treinamento, desenvolvimento e de carreira.
Os profissionais de RH têm procurado formas criativas e participativas na gestão dos benefícios envolvendo os próprios trabalhadores na sugestão, no controle e na administração de seus custos.
A análise de indicadores e a tomada de decisão para modificações nos planos de benefícios das empresas devem sempre considerar a satisfação da força de trabalho, a propriedade na mudança e a obtenção de vantagem competitiva com os planos de benefícios renovados.
Ricardo Navarro




